BLOG DE CIÊNCIAS





Nosso objetivo é popularizar a Ciência , dinamizar as aulas e acordar os escolares para a responsabilidade com o planeta e estabelecer uma maior interação entre os escolares do Colégio Estadual de Itabuna.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

RECICLAGEM

O QUE É RECICLAGEM?
Reciclagem é um conjunto de técnicas que tem por finalidade aproveitar os detritos e reutiliza-los no ciclo de produção de que saíram. E o resultado de uma série de atividades, pela qual materiais que se tornariam lixo, ou estão no lixo, são desviados, coletados, separados e processados para serem usados como matéria-prima na manufatura de novos produtos.
Reciclagem é um termo originalmente utilizado para indicar o reaproveitamento (ou a reutilização) de um polímero no mesmo processo em que, por alguma razão foi rejeitado.

PRINCIPAIS MATERIAIS RECICLÁVEIS
- Papel: jornais, revistas, formulários contínuos, folhas de escritório, caixas, papelão, etc.
- Vidros: garrafas, copos, recipientes.
- Metal: latas de aço e de alumínio’, clipes, grampos de papel e de cabelo, papel alumínio.
- Plástico: garrafas de refrigerantes e água, copos, canos, embalagens de material de limpeza e de alimentos, sacos.
DICAS
- Separe o lixo da sua casa em orgânico (restos de comida, por exemplo) e inorgânico (papéis, vidro, plástico, etc.).
- Compre produtos cuja embalagem possa ser reutilizada ou reciclada.
- Faça arte! Use sua criatividade e faça da lata de leite um porta- canetas, ou quem sabe, um cofrinho!
AJUDE O MEIO AMBIENTE!!!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

MINHA INSPIRAÇÃO: A NATUREZA!

"Não existem bons biólogos cuja vocação não tenha nascido de uma profunda alegria perante as belezas da criatura viva"
(Konrad Lorenz)

Concurso de Blog

O nosso blog participou do concurso de blog idealizado pelo NTE-05 e ficou com o 1º lugar.Essa vitória não é particular, ela é dos meus alunos, do NTE-05, do NTM-Itabuna e da minha Escola pois eles me instigam a estar sempre buscando novos caminhos para uma melhor qualidade do ensino.
Essa vitória também é de Natália, amiga muito querida também Bióloga que muito me apoiou.
E por fim como não poderia deixar de dizer essa vitória é também de Tai, de Nestorzinho por ficarem felizes com a minha felicidade.
Agora me aguentem pois estou apenas começando.

Meus alunos que também participaram do concurso na categoria aluno,Ueudes, Alice e Rodrigo, agora mais do que nunca conscientes do potencial que teem.


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

CONTEMPLE!

A natureza é algo lindo que merece ser contemplado.
Sempre que puder, sente num lugar tranquilo e silencioso. Olhe para todas as belezas que estão à sua volta. Se houver plantas nesse lugar, observe suas partes. Se houver animais, veja como eles se comportam. Se houver mar, observe o movimento das ondas. Veja como tudo é tão perfeito e que não merece ser destruído pela nossa ambição.
Porém não olhe somente para o que lhe é externo. Tente olhar também para dentro de si. Veja seus defeitos, suas qualidades e pense em mudanças.
Enfim, procure ser uma pessoa melhor.
Deixo essa mensagem para meus queridos alunos, amigos e frequentadores do blog.
Por Ritta Conrado
Imagem retirada da internet.

ARTE E CIÊNCIA

O CHORO DA TERRA
Terra amada, por que tanto choras?
Troca teu choro por uma melodia.
Sente o arado que com ardor te sulca
e a semente que em ti se refugia.
Olha o menino correndo pros teus braços
e a canção do vento quando rodopia,
o cantar dos pássaros que te sobrevoam,
o raiar do sol que cedo te alumia.
Lembra do índio que te idolatra
e do homem sábio que te reverencia,
os animais que em ti encontram abrigo,
a cachoeira e sua galhardia.
Percebe as flores que te ornamentam,
olha a criança que te acaricia
e o poeta que te exalta em versos,
transforma tudo em bela sinfonia.
Não chores mais, minha Terra adorada!
Surge uma chance a cada novo dia.
Esquece os homens que ainda te maltratam...
daremos fim a esta covardia.

(Denise Almeida da Silva)

O QUE É A VIDA?

A questão "O que é a vida?" é a mais complexa e difícil de ser respondida. Há, por sua vez, milhares de teorias a esse respeito, dentre elas teorias científicas, religiosas, filosóficas, etc.
Quando enfocada pela ciência (biológica), essa pergunta é traduzida para: "Quais são as características dos sistemas vivos?". E se olharmos ao redor, dentre a larga variedade de sistemas vivos - como sistemas sociais, ecossistemas, animais, pessoas, plantas, microorganismos - nós podemos fazer uma primeira e importante descoberta: todas as coisas vivas consistem de células. Sem células, nada tem vida neste planeta.
E então perguntamos: a. Como uma célula funciona?
b. Quais são as características básicas de uma célula? Quando nós olhamos uma célula, encontramos ali uma complexa rede de processos metabólicos que envolvem macromoléculas especiais - longas cadeias de centenas de átomos. Existem dois tipos, dessas macromoléculas, que estão presentes em todas as células: proteínas e ácidos nucleicos (DNA e RNA). Todo processo celular que for característico da vida está associado com esses dois tipos de macromoléculas - autoreplicação com DNA e RNA, e maioria dos demais processos com proteínas. Tal análise sugere uma definição de vida em termos destas macromoléculas. Nós poderíamos simplesmente dizer: "Sistemas vivos são sistemas químicos que contém DNA.". O problema com tal definição é que células mortas também contém DNA. Podemos ler reportagens sobre espetaculares análises de DNA de um esqueleto de Neanderthal (New York Times, July 11, 1997), uma análise de DNA de células que morreram há mais de 100 mil anos atrás! Isto significa que uma definição de vida não pode ser baseada unicamente na presença de DNA. Nossa definição teria de ser modificada para: "Sistemas vivos são sistemas químicos que contém DNA, e que não estejam mortos.". Mas então estaríamos dizendo, essencialmente, que "um sistema vivo é um sistema que está vivendo.", o que é uma tautologia. Sabemos que os conteúdos, ou estruturas, da célula não são suficientes para a definição de vida. Precisamos também descrever os processos metabólicos - em outras palavras, os padrões de relacionamento entre as macromoléculas. Por este prisma, estaremos enfocando as células como um todo, em vez de por suas partes. A célula é caracterizada, primeiro de tudo, por uma membrana, a qual discrimina entre o sistema - o "self", se assim achamos melhor - e seu meio ambiente. Dentro dessas fronteiras existe um sistema metabólico. Tomando nutrientes do mundo externo, a célula sustenta a si mesma como uma cadeia de reações que tomam lugar dentro dessas fronteiras e produzem os componentes celulares, incluindo aqueles que estão agrupados como a própria membrana. Isto, em essência, é a noção de autopoiese, proposta por Humberto Maturana e Francisco Varela. Toda a cadeia metabólica é auto-geradora. Uma célula "constrói a si mesma" devido a cadeia de reações ocorridas no interior de sua fronteira. Notem que o foco nesta definição de vida está no padrão de organização do sistema. Sua estrutura (materiais constituintes) é quase secundária, pois uma rede autopoiética pode ser criada com diferentes estruturas específicas. Entretanto, a estrutura em questão não é de maneira alguma irrelevante. Minha descrição da célula como um todo começa com as palavras, "Absorvendo nutrientes do mundo externo, uma célula sustenta-se por uma cadeia de reações..." A teoria da autopoiese descreve o padrão de organização dessa cadeia de reações, mas também precisamos de uma descrição detalhada de como a célula absorve nutrientes do mundo externo. Isto significa que precisamos definir a célula como um sistema aberto. Um sistema vivo é operacionalmente fechado (uma rede autopoiética), mas materialmente e energicamente aberto. Estudos detalhados da física e química deste fluxo de matéria e energia pelo sistema resultaram na teoria das estruturas dissipativas, desenvolvida por Ilya Prigogine. Uma estrutura dissipativa é um sistema aberto que se mantém longe do estado de equilíbrio. A dinâmica dessas estruturas dissipativas especificamente incluem a emergência espontânea de novas formas de ordenação no que diz respeito à estabilidade. Este fenômeno da emergência foi reconhecido como a origem dinâmica do crescimento, desenvolvimento e evolução. Vemos que a teoria da autopoiese não faz nenhuma referência ao crescimento físico, desenvolvimento ou evolução. Estes fenômenos, os quais são características essenciais da vida, são consequências de emergência, isto é uma parte integral da dinâmica de sistemas abertos, assim como foi dito. Chegamos então a uma importante conclusão, sistemas abertos crescem; sistemas abertos desenvolvem; sistemas abertos evoluem. Vamos rever o que aprendemos sobre a célula como um sistema vivo. Ela é uma rede metabólica delimitada por uma fronteira; ela é auto-construtora; materialmente e energicamente aberta; ela opera longe do equilíbrio: fazendo isso, cria estruturas de emergência no processo de crescimento, desenvolvimento e evolução. Estas características são descritas por duas teorias diferentes, representando duas perspectivas sobre a vida – a teoria da autopoiese e a teoria de estruturas dissipativas. A evolução começou antes que possamos falar em sistemas vivos. O pensamento de que matéria viva se originou a partir de matéria inanimada por um processo contínuo de "evolução molecular" e largamente aceito. Começando por pequenas moléculas, compostos com crescente complexidade molecular e com modernas propriedades emergentes teriam evoluído, formando ciclos catalíticos e então o também chamado "hiperciclos", que são capaz de auto-replicação. Eventualmente estes hiperciclos envolveram-se com membranas e finalmente a primeira célula surgiu. Neste cenário de evolução molecular, no qual os detalhes estão longe de serem estabelecidos, surge a questão, podemos falar de "sistemas vivos" em algum estágio antes do aparecimento da célula. Em outras palavras, existe um meio de definir as características mínimas de um sistema vivo que poderia ter existido no passado, independente do que tenha evoluído subsequentemente? Como o processo relacionado à vida é contínuo, uma definição inequívoca da vida é muito difícil. De acordo com Luisi, existem muitos pontos no caminho evolucionário onde a marca "vida mínima" poderia ser arbitrariamente imposta. Por exemplo, no nível da auto-replicação; no estágio onde a auto-replicação é acompanhada pela evolução química; no ponto o qual proteínas e ácidos nucleicos começaram a interagir; quando um código genético foi formado; ou quando a primeira célula foi formada. Diferentes definições de vida mínima, embora igualmente justificáveis, podem ser mais ou menos significativas, dependendo do propósito no qual estão sendo usadas. Um problema similar surge quanto ao conceito de mente e consciência. A teoria de Santiago por Maturana e Varela vincula a cognição (o processo do conhecimento) com autopoiese, assim diferentes níveis de sistemas autopoiéticos correspondem a diferentes níveis de cognição. Para o nível que desejamos reservar, os termos "mente e consciência" ficam arbitrários. Vamos ao mais simples sistema vivo e perguntar: qual é a origem de cognição no nível das células? Na teoria de Santiago, cognição esta associado com o processo de união estrutural. Perturbações do meio ambiente provocam mudanças estruturais no sistema. O sistema especifica sua própria mudança estrutural, e ele também especifica que perturbações do meio ambiente o provocam. Desse modo, o sistema "produz um mundo", cada mudança estrutural inicia um ato de cognição. A dinâmica básica destas mudanças estruturais é o processo de emergência. Em outras palavras, a emergência de novas estruturas no ponto de instabilidade e as mudanças estruturais associadas com cognição são descrições diferentes do mesmo fenômeno. Assim, a origem da cognição no nível das células parece estar na confluência de duas características dos sistemas vivos – a abertura material e o fechamento operacional. Porque sistemas vivos são abertos para o fluxo de matéria e energia, eles podem criar estruturas emergentes; e porque eles são redes autopoiéticas auto-delimitadas por uma fronteira, eles podem determinar a que perturbações irão responder com a criação destas estruturas. Estas duas propriedades chaves – abertura material e fechamento operacional – capacitam todos os sistemas vivos a "produzir um mundo" no processo de cognição.

Fonte: http://acd.ufrj.br/consumos/disciplina/tl_capra.htm

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Tem um tempinho ? Então olha só que lindo!
Vídeo da ONG brasileira Vez da Voz .

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Disponível em : www.youtube.com.br

SOBRE O MICO- ESTRELA



Você já viu um mico-estrela? Esse simpáticos animais estão presentes na Mata Atlântica e são vistos com frequência nas matas próximas ao nosso município.

Saiba um pouco mais sobre esse bicho.

Características físicas: sua cabeça é escura, com uma mancha branca na testa que é o sinal típico da espécie. Atinge até 30 cm de comprimento e tem uma cauda de 35 cm que lhe dá equilíbrio nas árvores. Os dentes inferiores são estreitos e alongados, adequados para a perfuração de troncos de árvores que produzem goma, um ítem importante de sua dieta. Pesa pouco mais de 230 g.
Alimentação: onívoro, come frutas, flores, folhas, insetos e pequenos animais. Outro item de sua dieta é a goma de certas plantas gumíferas.
Biologia e comportamento social: tipicamente florestal, vivem em grupos compostos de 7 a 15 indivíduos, ocupando amplas áreas. Contudo, muitas vezes desce ao chão para conseguir alimentos. Como outros primatas, a intricada estrutura social é baseada na hierarquia, na qual algumas fêmeas dominantes podem procriar e as demais são inibidas fisiologicamente e não se reproduzem. Tem hábitos diurnos.
Reprodução: geralmente, após uma gestação de 150 dias nascem dois filhotes, que recebem cuidados do grupo todo, principalmente do pai e dos irmãos mais velhos. Até completar dois meses eles são carregados nas costas, principalmente pelo pai, durante os deslocamentos do grupo. Mamam até os seis meses e em 18 meses estão aptos para a reprodução.
Predadores: aves de rapina, irara, entre outros. Vivem em média de 10 anos. Habitam cerradões, florestas semidecíduas, florestas secundárias e matas ciliares.

PILARES DO PENSAMENTO CIENTÍFICO

O pensamento científico tem mais de dois mil anos e alguns pontos formam os pilares básicos desse pensamento. Um cientista jamais pode contrariar estes princípios, já testados pela humanidade:
O principal objetivo da ciência é descrever a natureza. É por esse motivo que a matemática, lógica, direito e outras áreas, jamais foram classificadas como áreas científicas.
Basta que apenas um fato seja observado e a idéia teórica deve ser modificada ou destruída. É por isso que a Astrologia, não é classificada como ciência, pois vários fatos são observados que contrariam a Astrologia, e mesmo assim suas idéias continuam as mesmas, há mais de quatro mil anos.
Princípio do Uno, ou seja a ciência é única, pois a natureza é uma só. É o caso da psicologia, que nunca foi considerada uma área científica, pois suas idéias não conseguem se unir a Física, Química e Biologia, além de estarem baseados em sofismas, sem a existência de equações matemáticas que provem as idéias.
Conceito de prova, ou repetição do fato observado. É outro motivo pelo qual a psicologia e astrologia, não são classificadas como ciência, já que os fatos observados por psicólogos e astrólogos, não conseguimos repetir.
Não usar o sobrenatural e metafísico para descrever a natureza. É o caso da teologia e várias áreas religiosas, que não são consideradas áreas científicas.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

IMPORTÂNCIA DAS AULAS PRÁTICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS

As aulas práticas, assim como as teóricas, são fundamentais para o ensino de ciências e biologia. Porém, muitas escolas e/ou professores ainda não adotaram as aulas práticas na sua metodologia de ensino.
No município de Itabuna há muitas escolas ainda sem recursos para o ensino de ciências. Ainda são escassos os laboratórios e quando estes existem, não possuem materiais suficientes. O problema, por sua vez, não está apenas na estrutura das escolas, mas também na preparação dos professores dessa área. Muitos deles não sabem utilizar o laboratório ou os espaços cedidos para a realização de aulas práticas de ciências e biologia.
Há ainda um outro problema para a realização dessas aulas: a falta de um monitor que possa ajudar o professor a coordenar essas atividades.
A instalação e/ou aprimoramento das aulas práticas no ensino de ciências são fundamentais para que haja maior aprendizagem entre nossos alunos!

Professores, alunos, coordenadores e governantes do município de Itabuna,
Vamos lutar pela melhoria do nosso ensino, seja ele de qualquer natureza!



Por Ritta Conrado

Conhecendo a Biologia

Nas ciências biológicas há várias linhas de estudo. A seguir você pode conhecer algumas delas.

COMPORTAMENTO ANIMAL
Dentre as diversas linhas do estudo de biologia está o estudo do comportamento animal. Este é um dos mais atraentes, pois acredita-se que sabendo "como" os animais (não humanos) agem e "por que" se comportam de tal forma, as dúvidas quanto aos seres humanos também serão sanadas.
GENÉTICA
A genética é o ramo da biologia que estuda os genes, o DNA, a hereditariedade, dentre outras estruturas que podem explicar o "por que" de possuirmos determinadas características.
ANATOMIA
Estudo das partes internas e externas do "corpo" de um ser vivo.
CITOLOGIA
Estudo das células.
FISIOLOGIA
Estudo do funcionamento do "corpo" de um ser vivo.
HISTOLOGIA
Estudo dos tecidos.
PALEONTOLOGIA
Estudo dos fósseis (restos de seres vivos que viveram em épocas remotas).
MICROBIOLOGIA
Estudo dos microorganismos.
ECOLOGIA
Estudo dos indivíduos que compõem uma população e da interação desta com o meio ambiente.
ZOOLOGIA
Estuda as populações animais que compõem um determinado local.
BOTÂNICA
Estudo dos vegetais.
Há ainda muitas outras áreas que podem ser seguidas dentro da biologia. Você se identificou com alguma delas?

Por Ritta Conrado

Integração x Inclusão: Escola (de qualidade) para Todos












Por: Maria Teresa Eglér Mantoan


Sabemos que a situação atual do atendimento às necessidades escolares da criança brasileira é responsável pelos índices assustadores de repetência e evasão no ensino fundamental. Entretanto, no imaginário social, como na cultura escolar, a incompetência de certos alunos - os pobres e os deficientes - para enfrentar as exigências da escolaridade regular é uma crença que aparece na simplicidade das afirmações do senso comum e até mesmo em certos argumentos e interpretações teóricas sobre o tema.

Por outro lado, já se conhece o efeito solicitador do meio escolar regular no desenvolvimento de pessoas com deficiências (Mantoan:1988) e é mesmo um lugar comum afirmar-se que é preciso respeitar os educandos em sua individualidade, para não se condenar uma parte deles ao fracasso e às categorias especiais de ensino. Ainda assim, é ousado para muitos, ou melhor, para a maioria das pessoas, a idéia de que nós, os humanos, somos seres únicos, singulares e que é injusto e inadequado sermos categorizados, a qualquer pretexto!

Todavia, apesar desses e de outros contra-sensos, sabemos que é normal a presença de déficits em nossos comportamentos e em áreas de nossa atuação, pessoal ou grupal, assim como em um ou outro aspecto de nosso desenvolvimento físico, social, cultural, por sermos seres perfectíveis, que constróem, pouco a pouco e, na medida do possível, suas condições de adaptação ao meio. A diversidade no meio social e, especialmente no ambiente escolar, é fator determinante do enriquecimento das trocas, dos intercâmbios intelectuais, sociais e culturais que possam ocorrer entre os sujeitos que neles interagem.

Acreditamos que o aprimoramento da qualidade do ensino regular e a adição de princípios educacionais válidos para todos os alunos, resultarão naturalmente na inclusão escolar dos deficientes. Em consequência, a educação especial adquirirá uma nova significação. Tornar-se-á uma modalidade de ensino destinada não apenas a um grupo exclusivo de alunos, o dos deficientes, mas especializada no aluno e dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento de novas maneiras de se ensinar, adequadas à heterogeneidade dos aprendizes e compatível com os ideais democráticos de uma educação para todos.

Nessa perspectiva, os desafios que temos a enfrentar são inúmeros e toda e qualquer investida no sentido de se ministrar um ensino especializado no aluno depende de se ultrapassar as condições atuais de estruturação do ensino escolar para deficientes. Em outras palavras, depende da fusão do ensino regular com o especial.

Ora, fusão não é junção, justaposição, agregação de uma modalidade à outra. Fundir significa incorporar elementos distintos para se criar uma nova estrutura, na qual desaparecem os elementos iniciais, tal qual eles são originariamente. Assim sendo, instalar uma classe especial em uma escola regular nada mais é do que uma justaposição de recursos, assim como o são outros, que se dispõem do mesmo modo.

Os movimentos em favor da integração de crianças com deficiência surgiram nos países nórdicos (Nirje, 1969), quando se questionaram as práticas sociais e escolares de segregação, assim como as atitudes sociais em relação às pessoas com deficiência intelectual.

A noção de base em matéria de integração é o princípio de normalização, que não sendo específico da vida escolar, atinge o conjunto de manifestações e atividades humanas e todas as etapas da vida das pessoas, sejam elas afetadas ou não por uma incapacidade, dificuldade ou inadaptação. A normalização visa tornar accessível às pessoas socialmente desvalorizadas condições e modelos de vida análogos aos que são disponíveis de um modo geral ao conjunto de pessoas de um dado meio ou sociedade; implica a adoção de um novo paradigma de entendimento das relações entre as pessoas fazendo-se acompanhar de medidas que objetivam a eliminação de toda e qualquer forma de rotulação.

Disponível em: http://www.pro-inclusao.org.br/textos


quinta-feira, 3 de setembro de 2009

2009- BICENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE DARWIN

Já que hoje é o dia do biólogo e 2009 é o ano do bicentenário do nascimento de Charles Darwin, resolvi trazer para vocês um pouco da vida deste grande biólogo e naturalista.
Charles Darwin (1809 – 1882) nasceu em 12 de fevereiro de 1809. Era o quinto dos seis irmãos, e filho de um reconhecido médico de interior.
Charles cursou a Escola de Shrewsbury desde os nove anos, onde era freqüentemente rejeitado como o menino "que brinca com gases e outras porcarias". Aos dezesseis anos, esforçando-se para agradar ao pai, Charles iniciou os estudos de medicina na Universidade de Edinburgh e posteriormente, dedicou-se à Teologia, em Cambridge.
Não estava porém destinado a ser médico ou pastor. Em ambas as universidades distinguiu-se sobretudo em ciências naturais, área em que nunca se matriculara oficialmente.
Em 1859 publicou o livro "A origem das espécies", que foi um marco na Biologia Evolutiva, pois daí nascia a idéia de evolução a partir de um ancestral comum, por meio da seleção natural.
Darwin ingressou na Royal Society e continuou a sua pesquisa, escrevendo uma série de livros sobre plantas e animais, incluindo a espécie humana, notavelmente "A descendência do Homem e Seleção em relação ao Sexo" e "A expressão da emoção em homens e animais".
Em reconhecimento à importância do seu trabalho, Darwin foi enterrado na Abadia de Westminster, próximo a Isaac Newton. Foi uma das cinco pessoas não ligadas à família real inglesa a ter um funeral de Estado no século XIX.
Algumas frases de Darwin:
"O homem que tem coragem de desperdiçar uma hora do seu tempo não descobriu o valor da vida."
"A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana."
"Fatos falsos são altamente prejudiciais ao progresso da ciência, por sua natureza prolongada; mas falsas opiniões, se suportadas por alguma evidência, causam pequenos danos, pois todos sentem um prazer salutar em provar sua falsidade."

HOJE É DIA DO BIÓLOGO!

A profissão de Biólogo foi regulamentada no Brasil pela Lei número 6.684 de 3 de setembro de 1979. Devido à profissão ter sido regulamentada em 3 de setembro, instituiu-se este o Dia do Biólogo.
O Biólogo é um profissional capacitado para, além de executar, pensar. A pesquisa básica na área das Ciências Biológicas é, hoje em dia, realizada em grande parte por Biólogos. Isso inclui técnicas aplicadas na medicina, no controle de pragas, e na preservação ambiental.
O profissional biólogo deve ser:
a) generalista, crítico, ético, e cidadão com espírito de solidariedade;
b) detentor de adequada fundamentação teórica, como base para um ação competente, que inclua o conhecimento profundo da diversidade dos seres vivos, bem como sua organização e funcionamento em diferentes níveis, suas relações filogenéticas e evolutivas, suas respectivas distribuições e relações com o meio em que vivem;
c) consciente da necessidade de atuar com qualidade e responsabilidade em prol da conservação e manejo da biodiversidade, políticas de saúde, meio ambiente, biotecnologia, bioprospecção, biossegurança, na gestão ambiental, tanto nos aspectos técnicos-científicos, quanto na formulação de políticas, e de se tornar abgente transformador da realidade presente, na busca de melhoria da qualidade de vida;
d) comprometimento com os resultados de sua atuação, pautando sua conduta profissional em cidadania e rigor científico, bem como referenciais éticos legais;
e) consciente de sua responsabilidade como educador, nos vários contextos de atuação profissional;
f) apto a atuar multi e interdisciplinarmente, adaptável à dinâmica do mercado de trabalho e às situações de mudança contínua do mesmo;
g) preparado para desenvolver idéias inovadoras e ações estratégicas, capazes de ampliar e aperfeiçoar sua área de atuação.
Competências e Habilidades
a) pautar-se por princípios da ética democrática: responsabilidade social e ambiental, dignidade humana, direito à vida, justiça, respeito mútuo, participação, responsabilidade, diálogo e solidariedade;
b) reconhecer formas de discriminação racial, social, de gênero, etc. que se fundem inclusive em alegados pressupostos biológicos, posicionando-se diante delas de forma crítica, com respaldo em pressupostos epistemológicos coerentes e na bibliografia de referência;
c) atuar em pesquisa básica e aplicada nas diferentes áreas das Ciências Biológicas, comprometendo-se com a divulgação dos resultados das pesquisas em veículos adequados para ampliar a difusão e ampliação do conhecimento;
d) portar-se com educador, consciente de seu papel na formação de cidadãos, inclusive na perspectiva sócio-ambiental;
e) utilizar o conhecimento sobre organização, gestão financiamento da pesquisa e sobre a legislação e políticas públicas referentes à área;
f) entender o processo histórico de produção do conhecimento das ciências biológicas referente a conceitos/princípios/teorias;
g) estabelecer relações entre ciência, tecnologia e sociedade;
h) aplicar a metodologia científica para o planejamento, gerenciamento e execução de processos e técnicas visando o desenvolvimento de projetos, perícias, consultorias, emissão de laudos, pareceres etc. em diferentes contextos;
i) utilizar os conhecimentos das ciências biológicas para compreender e transformar o contexto sócio-político e as relações nas quais está inserida a prática profissional, conhecendo a legislação pertinente;
j) desenvolver ações estratégicas capazes de ampliar e aperfeiçoar as formas de atuação profissional, preparando-se para a inserção no mercado de trabalho em contínua transformação;
k) orientar escolhas e decisões em valores e pressupostos metodológicos alinhados com a democracia, com o respeito à diversidade étnica e cultural, às culturas autóctones e à biodiversidade;
l) atuar multi e interdisciplinarmente, interagindo com diferentes especialidades e diversos profissionais, de modo a estar preparado a contínua mudança do mundo produtivo;
m) avaliar o impacto potencial ou real de novos conhecimentos/tecnologias/serviços e produtos resultantes da atividade profissional, considerando os aspectos éticos, sociais e epistemológicos;
n) comprometer-se com o desenvolvimento profissional constante, assumindo uma postura de flexibilidade e disponibilidade para mudanças contínuas, esclarecido quanto às opções sindicais e corporativas inerentes ao exercício profissional.
PARABÉNS A TODOS OS BIÓLOGOS!
Fonte: www.portalbiologia.com.br

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

VOCÊ RESPEITA A NATUREZA?

Vejam a homenagem que fiz para aquelas pessoas que NÃO respeitam a natureza:

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Imagens retiradas da internet.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

AQUECIMENTO GLOBAL

A variação do clima é um fenômeno que sempre fez parte da dinâmica do planeta, apresentando períodos de mudanças intensas como a grande glaciação do período Oligoceno da Era Cenozóica, há 33,5 milhões de anos. Mas a rapidez da alteração climática que vem ocorrendo na Terra motivou cientistas de diversas áreas a olhar para o fenômeno com desconfiança. Inúmeros estudos levaram a comunidade científica a confirmar que o aumento da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera a partir da Revolução Industrial está associado às emissões decorrentes do crescimento econômico e demográfico da humanidade. Essa intensificação abrupta do efeito estufa vem gerando um aquecimento do planeta em níveis que ultrapassam a variabilidade natural do clima e que apontam para uma mudança irreversível do sistema climático.
A pesquisa científica tem sido uma ferramenta fundamental para apoiar decisões e iniciativas da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e para a formulação de políticas em países de todo o mundo. A importância do apoio da ciência motivou a CQMC a criar juntamente com a Organização Meteorológica Mundial (OMC) o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC), instituição que reúne especialistas do mundo inteiro para a realização de estudos sobre causas, efeitos e projeções relacionadas às alterações climáticas.
O IPCC se tornou a principal referência em pesquisa científica sobre temas ligados ao aquecimento global e periodicamente publica relatórios de avaliação que funcionam como compilações das descobertas dos cientistas. Até hoje, foram lançados quatro relatórios, sendo o mais recente no final de 2007. No quarto relatório, o IPCC concentrou seus estudos nas projeções de cenários de mudança do clima de acordo com o nível de aumento da temperatura do planeta.
No Brasil, os estudos mais abrangentes têm sido realizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e outros de caráter mais específico vêm sendo conduzidos por instituições diversas, como a Conservation International Brasil, a COPPE/UFRJ, a Embrapa, o Instituto de Pesquisas da Amazônia, o Greenpeace Brasil, o Instituto Socioambiental, a TNC, a Unicamp e o WWF. Recentemente, os ministérios da Ciência e Tecnologia e do Meio Ambiente anunciaram a criação do Painel Brasil sobre Mudanças Climáticas, que terá como objetivo agregar e ampliar as pesquisas brasileiras na área, a exemplo do que faz o IPCC. A iniciativa produzirá até 2012 um relatório com a atualização completa das bases técnicas e científicas sobre a situação do Brasil frente às mudanças climáticas e seu impacto sobre o desenvolvimento do País.
CAUSAS DO AQUECIMENTO GLOBAL
De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC), as emissões de gases do efeito estufa (GEEs) provenientes de atividades humanas cresceram 70% entre 1970 e 2004. Do total de emissões antropogênicas, 77% correspondiam ao dióxido de carbono, que no mesmo período teve um aumento de 21 para 38 gigatoneladas (Gt). O aumento de emissões de carbono equivalente foi bem maior no período de 1995 a 2004, do que de 1970 a 1994. Os setores que mais contribuíram para o aumento de emissões foram energia, transporte e a indústria e em um ritmo menor os edifícios comerciais e residenciais e os setores florestal e da agricultura.
No caso do Brasil, a principal fonte de emissão de gases do efeito estufa vem da queimada e derrubada de florestas . De acordo com o estudo Indicadores de Desenvolvimento Sustentável Brasil 2008, produzido pelo IBGE, a destruição da vegetação natural, em especial na Amazônia e no Cerrado, resultam em 75% das emissões de gases do efeito estufa no país, que fazem do Brasil o quarto maior poluidor do mundo, com cerca de 1,3 Gt/ano. As duas maiores cidades brasileiras, São Paulo e Rio de Janeiro, que fazem uso intensivo de combustíveis fósseis, emitem juntas apenas 3% desse total, aproximadamente.
De acordo com o IPCC, há forte evidência de que grande parte do aquecimento global é decorrente do aumento da concentração de GEEs, principalmente o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4), o óxido nitroso (N2O) e os halocarbonetos, que são gases que contêm carbono ligado a flúor, cloro ou bromo.
IMPACTOS DO AQUECIMENTO GLOBAL
Água
- Impactos sobre a água serão fundamentais para todos os setores e regiões.
- Perdas em massa de glaciares e redução na cobertura de neve devem se acelerar ao longo do século 21, diminuindo a disponibilidade de água, o potencial hidrelétrico e mudando a sazonalidade de cursos de água em regiões abastecidas por derretimento de água de regiões montanhosas, onde mais de um sexto da população humana vive.
- Mudanças em precipitação e na temperatura devem levar a mudanças em drenagem e na disponibilidade de água. A drenagem deve aumentar entre 10 e 40% até a metade do século em altas latitudes e em algumas áreas tropicais úmidas, incluindo regiões populosas do Leste e Sudeste Asiático, e diminuir entre 10 e 30% em regiões secas de médias latitudes e trópicos secos, devido à diminuição das chuvas e a taxas mais elevadas de evapotranspiração. Áreas semi-áridas deverão sofrer diminuição das fontes de água devido à mudança do clima. Áreas afetadas por secas devem crescer em extensão, com potencial para impactos negativos em diversos setores, como a agricultura, o abastecimento de água, a produção de energia e a saúde.
- Pesquisas indicam um aumento futuro significativo de chuvas fortes em diversas regiões, incluindo algumas nas quais a média de chuvas é projetada para diminuir. É provável que 20% da população mundial estará vivendo em áreas de alto risco de enchentes até 2080. Aumentos na freqüência e severidade das enchentes e secas devem afetar negativamente o desenvolvimento sustentável. Aumento nas temperaturas afetará mais ainda as propriedades físicas, químicas e biológicas da água de rios e lagos, com impactos predominantemente negativos sobre espécies de água doce, composição de comunidades e qualidade da água. Em áreas costeiras, o aumento do nível de mares irá piorar as restrições a fontes de água, devido ao aumento de salinização dos reservatórios subterrâneos de água.

Alimentação
- A produtividade das plantações deve crescer um pouco em latitudes médias e altas para aumento na temperatura que variem de 1 a 3º.C, dependendo da plantação. Acima dessa faixa, a produtividade deve diminuir em algumas regiões.
- Em baixas latitudes, especialmente em regiões tropicais ou que passam por secas sazonais, a produtividade das plantações deve cair mesmo no caso de pequenos aumentos na temperatura (entre 1 e 2ºC), o que aumentaria o risco de fome.
- Globalmente, o potencial para a produção de alimentos deve crescer para um determinado aumento de temperaturas médias.

Áreas Costeiras
- Devem ficar expostas a riscos crescentes, incluindo erosão costeira, devido à mudança do clima e ao aumento do nível do mar; esse efeito pode ser exacerbado por pressão da ação humana no litoral.
- Por volta da década de 2080, milhões de pessoas devem sofrer efeitos de enchentes todo ano, devido ao aumento do nível do mar. O número de atingidos será maior nas regiões populosas e de deltas baixos da Ásia e da África, sendo que pequenas ilhas serão especialmente vulneráveis.

Ecossistemas
- A resistência de ecossistemas será afetada pela combinação entre efeitos da mudança do clima - como enchentes, secas, incêndios e acidificação de oceanos - e a mudança de outros fatores como mudança de uso da terra, poluição, fragmentação e superexploração de recursos.
- No decorrer deste século, a absorção de carbono por ecossistemas terrestres deve chegar ao limite, se enfraquecendo ou até revertendo a ação, o que contribuirá para a amplificação da mudança do clima.
- Entre 20 e 30% das espécies analisadas deverão estar sob maior risco de extinção se o aumento de temperatura for superior à faixa de 1,5 a 2,5ºC.
- Para aumentos na média de temperatura global que excedam a faixa de 1,5 a 2,5ºC, devem ocorrer mudanças significativas na estrutura e função de ecossistemas, na interação ecológica entre as espécies e mudanças nos domínios geográficos das espécies, com conseqüências predominantemente negativas para a biodiversidade e para os recursos e serviços naturais, como a disponibilidade de água e comida, por exemplo.

Indústria, assentamentos e sociedade
- As regiões mais vulneráveis são as das áreas costeiras e de planícies alagadas de rios, e cujas economias sejam ligadas a recursos mais sensíveis ao clima e que estejam em áreas suscetíveis a eventos climáticos extremos, especialmente se houver urbanização intensa em andamento.

Saúde
- O status de saúde de milhões de pessoas deve ser afetado através de fatores como aumento da má nutrição, aumento de doenças e mortes por eventos climáticos extremos, aumento de surtos de diarréias, aumento da freqüência de doenças cárdio-respiratórias devido à maior concentração de ozônio ao nível da superfície em áreas urbanas, e mudança da distribuição espacial de algumas doenças contagiosas.
- A mudança do clima deve trazer benefícios para algumas áreas temperadas, como menos mortes pelo frio, e efeitos mistos como mudança da abrangência e do potencial de transmissão da malária na África. Mas esses benefícios devem ser suplantados por efeitos negativos do aumento da temperatura sobre à saúde, especialmente em países em desenvolvimento.
- Serão criticamente importantes os fatores que moldam diretamente a saúde da população como educação, assistência médica, iniciativas de saúde pública, infra-estrutura e desenvolvimento econômico.

Fonte: http://www.oc.org.br/

O USO DE ANIMAIS NA PESQUISA CIENTÍFICA

A pesquisa científica é realizada  no intuito de trazer soluções para o nosso dia a dia, como por exemplo, descobrir a cura de doenças e diminuir a distância entre as pessoas (criação do telefone, da internet, etc.). Muitos dos métodos científicos, por sua vez, são questionados, pois vidas são sacrificadas. Grande parte da cura de doenças no ser humano foram encontradas a partir de anos de experimentos com ratos, macacos e outros mamíferos. Para fazer o levantamento da biodiversidade de um determinado local são colocadas armadilhas e milhares de invertebrados e pequenos vertebrados são mortos.
Será que essa é a melhor maneira de fazer ciência? Será correto colocar em risco a vida de outros seres vivos para trazer benefícios à nossa?
Há muito tempo esse tema é debatido, mas nada foi feito em defesa dos animais. Isso porque diz-se não haver tecnologia suficiente para substituir o uso de animais não- humanos na pesquisa científica.
Antigamente, cientistas que utilizavam animais não- humanos como cobaias, defendiam a hipótese de que esses bichos não possuíam sentimentos, e portanto, não sentiam dor. Hoje, a legislação cobra que sejam utilizados anestésicos ou analgésicos para diminuir a dor das cobaias.
Por maior que seja o avanço da ciência ao utilizar animais não - humanos como cobaias, devemos fazer uma reflexão sobre o respeito que devemos ter para com esses animais.
Por Ritta Conrado
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Olá

Mais um ano que se inicia e junto com ele grandes expectativas, muita vontade de aprender e de descobrir novos caminhos, e novos conteúdos.Pensando assim, vou selecionar os assuntos de Ciências de maior interesse de vocês. Para tanto é necessário que vocês façam sua postagem aqui no blog indicando quais os assuntos de ciências que vocês querem descobrir este ano.
Em 2009, juntos vamos pesquisar e interagir para que possamos ter um grande aproveitamento neste ano.

Tecidos

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Colégio Estadual de Itabuna

Colégio Estadual de Itabuna

Dicas Para Combater a Gripe

O melhor que você pode fazer é reforçar o seu sistema imunológico através de uma alimentação correta e saudável, no sentido de manipular sua imunidade, preparando suas células brancas do sangue (neutrófilos) e os linfócitos (células T) as células B e células matadoras naturais.

Essas células B produzem anticorpos importantes que correm para destruir os invasores estranhos, como vírus, bactérias e células de tumores.
As células T controlam inúmeras atividades imunológicas e produzem duas substâncias químicas chamadas Interferon e Interleucina, essenciais ao combate de infecções e de tumores.

Bem vamos ao que interessa, ou seja, quais alimentos são importantes (estimulam a ação do sistema imunológico e potencializam seu
funcionamento).

Antes de mais nada, tome pelo menos um litro e meio de água por dia, pois os vírus vivem melhor em ambientes secos e manter suas vias aéreas úmidas desestimulam os vírus.

Não a tome gelada, sempre preferindo água natural e de preferência água mineral de boa qualidade.

Use e abuse do Iogurte natural, um excelente alimento do sistema imunológico.

Coloque bastante cebola na sua alimentação.

Use e abuse do alho que é excelente para o seu sistema imunológico.

Coloque na sua alimentação alimentos ricos em caroteno (cenoura,damasco seco, beterraba, batata doce cozida, espinafre cru, couve) e alimentos ricos em zinco (fígado de boi e semente de abóbora).

Faça uma dieta vegetariana (vegetais e frutas).

Coloque na sua alimentação salmão, bacalhau e sardinha, excelentes para o seu sistema imunológico.

O cogumelo Shitake também é um excelente anti-viral, assim como o chá de gengibre que destrói o vírus da gripe.

Evite ao máximo alimentos ricos em gordura (deprimem o sistema imunológico), tais como carnes vermelhas e derivados.

Importante: mantenha suas mãos sempre bem limpas e use fio dental para limpar os dentes, antes da escovação.

Com esses cuidados acima e essa alimentação, certamente os vírus nem chegarão perto de você!

Disponível em :www.vocesabia.net

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